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H URB Imobiliária - Blogue

Todas as informações sobre o mercado imobiliário e sobre a H URB num só local.

H URB Imobiliária - Blogue

Todas as informações sobre o mercado imobiliário e sobre a H URB num só local.

19
Abr18

O número de apoio começa por 707? 707.pt é a resposta

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Se há coisa que qualquer cliente ou utente de uma determinada empresa ou serviço detesta é pagar por assistência ou apoio telefónico. 

Desta insatisfação, nasce o "707.pt - Diga adeus às linhas de valor acrescentado", um diretório onde é possível consultar, por entidade ou número 707, um (ou vários!) número alternativo para o qual se pode contactar um determinado fornecedor de produtos ou serviços sem custos associados ou com custos mais reduzidos. 

Segundo o site, "não raramente temos necessidade de falar com o apoio ao cliente de empresas, das quais somos clientes, às vezes por questões da responsabilidade da entidade em causa, e somos obrigados indiretamente a financiar os custos com a operação do call-center, através do que nos é cobrado pela chamada telefónica". O site é taxativo: "Você já financia os custos operacionais do seu fornecedor. Não tem de pagar pelo apoio ao cliente!". 

O diretório está em constante atualização, sendo possível adicionar entidades e os números alternativos. O site garante que os testa "na altura da inserção". 

Desenvolvido pela Webdados, o diretório fica em http://707.pt

Os números 707 são números especiais e que têm custos definidos pela Autoridade Nacional das Comunicações (ANACOM) e que podem chegar aos 0,25€ + IVA por minuto, se a chamada for originada de um telemóvel. Já há movimentações para acabar com a utilização deste tipo de números em organismos públicos mas a mudança está a ser feita de forma extremamente lenta. 

fonte: Largo do Beco

19
Abr18

Arrendamento: falta de oferta leva inquilinos a oferecem 12 meses de renda em Lisboa

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Muita procura, pouca oferta. Este é o cenário do arrendamento um pouco por todo o país. 

Mas a situação em Lisboa é bastante dramática: segundo o portal imobiliário Idealista, já há inquilinos a oferecerem 12 meses de renda para garantir os imóveis. António Frias marques, presidente da Associação Nacional de Proprietários (ANP), descreeve o mercado de arrendamento como estando "seco". 

Como é óbvio, são sobretudo cidadãos estrangeiros a fazer este tipo de propostas, principalmente de nacionalidade brasileira, diz o portal citando o jornal i. "São pessoas que não têm IRS para apresentar o que, para muitos senhorios, serve de grantia para poderem avaliar a capacidade do potencial inquilino", diz uma agente imobiliária ao diário. "Como têm dinheiro em carteira, optam por pagar a pronto durante um ano porque assim conseguem garantir o imóvel", acrescenta. 

Frias Marques, por sua vez, diz que "estamos perante um crime de especulação". Segundo o dirigente, "os senhorios só podem receber até cinco rendas adiantadas: três correspondentes a rendas e mais duas referentes a caução". 

O problema não parece ter fim à vista: a falta de oferta poderá levar a uma "grande retração" do mercado de arrendamento, provocando um aumento de preços. 

 

18
Abr18

Mais de metade das casas afetadas por incêndios já foram reabilitadas através do Fundo Revita

Fundo Revita

O Fundo Revita já permitiu a conclusão da reconstrução de 149 das 265 casas de primeira habitação afetadas pelos incêndios de junho de 2017. Pedrógão Grande foi o concelho com mais intervenções.

De acordo com o terceiro relatório trimestral, publicado na segunda-feira na página da internet do Fundo Revita “as 265 casas de primeira habitação estão todas em andamento. Deste conjunto, à data do presente relatório, destacam-se 249 casas em fase mais avançada, nomeadamente 100 habitações com obras em execução e 149 já concluídas”.

O Fundo Revita é o instrumento criado pelo Governo para apoiar as populações e a revitalização das áreas afetadas pelos incêndios ocorridos em junho de 2017, nos concelhos de Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos e Pedrógão Grande.

De sublinhar que, para além destes três concelhos, as 265 casas alvo de obras de reconstrução pelo Revita, através de protocolos com os outros fundos e donativos, nomeadamente a União das Misericórdias Portuguesas, a Fundação Calouste Gulbenkian e a Cáritas Diocesana, localizam-se também nos municípios adjacentes de Góis, Pampilhosa, Sertã e Penela.

Há ainda um protocolo assinado entre o Fundo Revita e a Cruz Vermelha Portuguesa para que esta assuma o papel de Coordenadora Logística de Apetrechamento das habitações. Já o Revita está diretamente responsável pela reabilitação de “96 casas, com um perfil de intervenção mais exigente já que se tratam, na sua maioria, de reconstruções integrais”, o que corresponde a 36% do total das 265 casas de primeira habitação a reabilitar.

No documento publicado segunda-feira pode ainda ler-se que das obras realizadas “mais do que 42% das intervenções são acima dos 25 mil euros, sendo o concelho de Pedrógão Grande aquele que envolve maior volume de intervenções” e que “a execução financeira é naturalmente mais faseada, encontrando-se pago, no que diz respeito a habitações, o valor total de 862.324,58 euros”. Relativamente ao apetrechamento das casas reconstruídas, o processo está concluído em 15 habitações, indicam os dados até 31 de março deste ano.

“No concelho de Figueiró dos Vinhos, de um total de seis habitações a apetrechar neste território, cinco estão já equipadas. Em Castanheira de Pera, com 14 habitações para apetrechar, encontram-se duas em processo de equipamento e duas concluídas. Em Pedrógão Grande estão previstas 51 unidades para apetrechamento, estando oito habitações concluídas e seis casas em fase de reequipamento”, apontou o relatório.

Os incêndios que deflagraram na zona de Pedrógão Grande, distrito de Leiria, em junho do ano passado, provocaram 66 mortos e mais de 250 feridos.

fonte: Informadouro

17
Abr18

Governo quer avançar com seguro de renda

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O Governo pediu às seguradoras para apresentar propostas para a criação de um seguro de rendas, de forma a proteger os proprietários de imóveis arrendaos. em caso de falta de pagamento das rendas por  parte dos inquilinos ou ações de despejo, refere o portal Idealista citando o Jornal de Negócios

Segundo o portal imobiliário, a criação deste tipo de seguro está há muito no papelm sendo defendida pelo atual Governo. Aliás, no pacote da Nova Geração de Políticas de Habitação, há a promessa de criar "incentivos" a proprietários e arrendatários, trazendo "uma maior transparência e segurança nas condições contratuais e previsibilidade dos rendimentos". 

Ana Pinho, Secretária de Estado da Habitação, referiu ao semanário que o "repto" foi lançado "a todas e as companhias de seguros e aguardamos agora as suas respostas". 

Para a Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), a proposta faz sentido mas é insuficiente. Luís Menezes, presidente da ALP diz que a associação tem "grandes dúvidas de que um seguro de renda possa cobrir a grande demora nos processos de despejo e cobrança de rendas devido à ineficiência da Justiça". Já da parte da Associação de Inquilinos Lisbonenses (AIL), o proseidente Romão Lavadinho defende a obrigatoriedade e universalidade dos seguros de renda "como são, por exemplo, os seguros dos automóveis". 

12
Abr18

Crédito à Habitação: juros estão historicamente baixos, diz BdP

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Os portugueses vivem um dos melhores momentos para pedir crédito à habitação, diz a publicação online Dinheiro Vivo

Segundo a mesma publicação, citando dados do Banco de Portugal (BdP), os juros pedidos pelos bancos em janeiro estiveram num novo mínimo: 1,44%. Em fevereiro, registaram uma ligeira subida para os 1,46% mas que não altera o cenário de mínimo histórico, visto que este é o segundo valor mais baixo de sempre, segundo o regulador. 

Já no crédito ao consumo, as taxas de juro, fixaram-se nos 7,47% e nos créditos para outros fins as taxas fixaram-se nos 3,73% para novos créditos. 

10
Abr18

Casais têm até 31 de maio para decidir se querem tributação conjunta de AIMI

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Os casais e unidos de facto que não indicaram, em 2017, querer tributação conunta sobre o Adicional ao Imposto Municipal sobre imóveis (AIMI), vão ter de o fazer este ano, refere o site Idealista. 

Segundo o mesmo site, a declaração é feita eletrónicamente via Portal das Finanças, sendo que o prazo termina a 31 de maio. A  declaração não é obrigatória. No entanto, se os casais quiserem beneficiar deste regime, devem fazer o envio da declaração. "Se os contribuintes não o fizerem no prazo estabelecido, o AIMI irá incidir sobre cada um dos cônjuges, o que pode significar perdas para os contribuintes", alerta o portal. 

A tributação conjunta permite que imóveis até 1,2 milhões de euros escapem ao pagamento deste imposto. "Os contribuintes tributados individualmente, por outro lado, gozam de uma dedução de apenas 600.000 euros, aplicada ao somatório do Valor Patrimonial Tributário (VPT) de todos os imóveis de que sejam proprietários", indica o site imobiliário. 

Conheça o novo website da H URB em www.h-urb.com.

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